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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A abadia de Cluny [França]

Caro amigo,

Na postagem anterior, pudemos ver que o Papa Bento XVI dedicou sua catequese de hoje à então chamada "Reforma de Cluny", cuja história ele mesmo forneceu elementos suficientes para uma boa compreensão da extensão e alcance de tão importante movimento.

Como havia dito na pequena introdução ao discurso do Papa, tive a graça de visitar o lugar onde se encontram os escombros dessa antiga abadia (Borgonha, ao centro-nordeste da França), em abril desse ano. Estávamos realizando uma peregrinação aos lugares de São Francisco de Sales, quando então "desviamos" a rota para conhecer um dos mais importantes centros religiosos e culturais da Idade Média.

Para além do que você já pode ler na postagem anterior, vale dizer ainda que o imenso complexo da abadia foi destruído quase que totalmente por ocasião da Revolução Francesa. Mas o que resta hoje do complexo oferece condições ao visitante para se ter idéia do que a abadia representou durante o grande período em que existiu. Abaixo, algumas fotos, como prometido.

Com afeto salesiano,
Pe. Mauricio Miranda.


Maquete da Abadia de Cluny, no momento mais alto de sua expansão: acima, o complexo visto de frente; abaixo, uma visão lateral que possibilita também vê-lo aos fundos.




A foto acima e as duas abaixo mostram o pouco que sobrou da Abadia de Cluny.


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

França - Conclusão

Os três dias passados em Paris reservavam uma agradável surpresa que eu chamo de "graça", já que para mim foi realmente um grande presente de Deus: a visita a Lisieux, terra natal de Santa Teresinha do Menino Jesus.

Devo contar resumidamente "minha história" com Teresa. Eu a conheci em 1996, por intermédio de um amigo seminarista que me me falou dela, quando fazia um ano que eu estava no seminário. Confesso, porém, que depois de ouvir e ler alguns fatos sobre sua pessoa, disse a esse amigo que não havia encontrado nada de especial em Teresa e que não entendia porque falavam tanto de um pessoa tão simples assim... Claro que ele censurou meu comentário..., mas segui não dando tanta importância à Teresa de Lisieux.

O fato é que, hoje, relendo minha história, Teresa sempre me acompanhou de algum modo. Foram inúmeras as situações em que me vi com algum material que falava sobre ela em mãos. Seguia, no entanto, com aquela primeira percepção de que realmente aquela santa não havia nada de especial para me dizer...
Nos três anos seguintes ao ano que a conheci, a deixei de lado, mesmo porque os anos de formação no seminário me levaram a fazer uma sólida amizade com Dom Bosco. Santa Teresinha retornaria às minhas leituras apenas no ano 2000, quando resolvi comprar um grosso volume das Obras Completas de Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face. E, foi, durante os anos de teologia que fui, aos poucos, descobrindo que a grandeza da "menina simples de Lisieux" estava justamente no fato de se ter feito pequena. Era a pequenez a sua grande virtude!

Já a considerava uma grande companheira minha quando fui ordenado padre; em seus escritos aprendia muito a respeito do caminho de crescimento na intimidade com o Senhor. Por um carinho especial de Deus, a primeira obra para a qual a Providência me destinou era a ela dedicada. Durante a semana, trabalhava num colégio que a tinha como Patrona e, aos finais de semana, celebrava numa paróquia a ela dedicada. Ao longo dos dois anos que vivi naquela obra salesiana, pude muitas vezes experimentar a intercessão dela, enquanto ela continuava a me ensinar muito sobre a intimidade com Deus.

Bem, a partir do pouco que descrevi acima, você que me acompanha pelo blog pode imaginar a graça que foi poder estar na cidade e no convento onde ela viveu, além de rezar na belíssima basílica a ela dedicada.

Não considero suficiente minha intimidade com Deus. Sigo procurando mais. Quero ir muito mais além! E, nesse caminho, os santos continuam sendo para mim modelos inigualáveis: em primeiro lugar, Dom Bosco, meu pai fundador e tantos outros santos da Família Salesiana; depois, Teresinha do Menino Jesus; e outros que o próprio Deus vai me apresentando como modelo, dia após dia. Cada um deles tem algo a me ensinar. Apesar de minhas fraquezas, procuro aprender um pouco com cada um...

Santa Teresinha do Menino Jesus

Maria Francisca Teresa Martin nasceu em Alençon (França), no dia 2 de janeiro de 1873, numa familia de profunda vivência cristã. Foi a caçula de nove filhos, dos quais quatro morreram ainda pequenos. Com a morte de sua mãe (1877), vítima de câncer, sua família se transfere para a cidade de Lisieux. Teresa cresce sob os cuidados de seu pai, Luís Martin, e de suas irmãs mais velhas, Paulina, Maria, Leônia e Cecília.

Com a entrada de sua irmã mais velha, Paulina, no Carmelo de Lisieux (1882), Teresa adoece gravemente, ficando às portas da morte. No dia 13 de Maio de 1883, quando já parecia inevitável a morte, Teresa vê a imagem da Virgem Maria que miraculosamente sorri para ela e imediatamente é curada de sua doença. A cura repentina e aquele sorriso materno de Maria a fazem ainda mais determinada a realizar o sonho de se consagrar totalmente a Deus. É com as seguintes palavras que Teresa descreve o momento de sua primeira comunhão (1884): "foi um beijo de amor, me sentia amada e dizia também: Te amo, me dou a ti para sempre".
Aos 14 anos, Teresa anuncia ao pai a intenção de ingressar no Carmelo. Aos 15 anos (9 abril de 1888) passa pelo portão da clausura, depois de ter obtido – considerada a sua jovem idade – uma autorização particular do papa Leão XIII, com quem se encontrou no dia 20 de novembro de 1887, em Roma. No Carmelo, era portadora de uma serenidade sem igual; sua paz interior jamais a abandonou, nem mesmo durante as mais duras provas de sua vida.

Sua saúde sempre debilitada não resistia ao rigor da vida no carmelo e no dia 30 de setembro de 1897, aos 24 anos de idade, morre de tubercolose. Os nove anos transcorridos na vida religiosa, aparentemente sem importância, possuem um maravilhoso significado espiritual quando compreendidos a partir da "pequena via", caminho espiritual assumido por ela que consistia em reconhecer a própria miséria e se abandonar com confiança ao amor de Deus como uma criança nos braços de sua mãe.

Na vida de Teresa tudo é contrastante: sua linguagem é "pobre" e frequentemente infantil, mas o seu pensamento é de uma profundidade incrível; sua vida aparentemente sem dramas é marcada por uma esplêndida aventura de fé; sua existência passada entre quatro paredes do Carmelo possui uma mensagem universal que percorre os quatro cantos do mundo.

A santidade de Teresa já era conhecida por muitos no momento de sua morte, mas sua fama se espalhou rapidamente pelo mundo quando foi canonizada pelo Papa Pio XI (1925). Pouco tempo depois (1927), o mesmo Pio XI a declarou padroeira universal das missões (fato interessante já que ela jamais saiu do convento...). Foi também proclamada padroeira secundária da França pelo Papa Pio XII (1944). E, em 1997, centenário da sua morte, Teresa é declarada "Doutora da Igreja", a terceira mulher que alcança o máximo de consideração teológica em toda a história da Igreja, pelo Papa João Paulo II. Aos homens de hoje continua sendo um modelo atual de uma vida vivida no Espírito do Senhor.

Veja a homilia do Santo Padre, Papa João Paulo II, por ocasião da atribuição do título "Doutora da Igreja" a Santa Teresa do Menino Jesus, aos 19 de outubro de 1997: http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/homilies/1997/documents/hf_jp-ii_hom_19101997_po.html


O Convento de Lisieux, fundado em 1838. Ali, Teresa viveu seus anos de consagrada ao Senhor (de 9 de abril 1888 a 30 de setembro de 1897). Da sua permanência no carmelo, Teresa mesma fala: "Vim para o Carmelo para salvar as almas e, sobretudo, para rezar pelos sacerdotes".


A urna com a imagem para veneração pública. Os restos mortais da santa encontram-se sob a urna. Acima, se pode ver a imagem original da Virgem do Sorriso, aquela por cujo intermédio, Teresa foi curada quando criança. A respeito da devoção à Nossa Senhora, Teresa recordava: "Não temas amar demais a Virgem Santíssima, nunca a amarás suficientemente."




No pátio da capela do convento, há um pequeno museu com a exposição de objetos, roupas e fotografias pertencentes à Santa Teresinha. Na foto acima, vemos seu hábito religioso. A santificação pelo trabalho e pela vivência das mínimas coisas do cotidiano era uma característica do caminho espiritual de Teresa.


Basílica de Santa Teresinha. A construção começou em 1929 e a consagração do templo aconteceu em 1954. Do interior não foi possível tirar fotografias porque, no momento, a Basílica inteira passava por restaurações.


Abaixo da Basílica, há uma belíssima cripta, concluída em 1932. Sua arte evoca o segredo da vida espiritual de Teresa.

Imagem de Santa Teresinha exposta no presbitério da cripta. As flores em volta da imagem nos recordam as palavras de Teresa: "Quando estiver no céu, será necessário encher frequentemente minhas mãozinhas de orações e de sacrifícios para que eu possa ter o prazer de lançá-los como uma chuva de graças sobre as almas".

Mosaico da Santíssima Trindade, ao fundo da cripta, representa Deus Pai dando seu filho ao mundo e derramando o Espírito Santo. Várias vezes, Santa Teresinha afirmava: "... que felicidade pensar que o bom Deus, a Trindade inteira, olha para nós, permanece em nós e se compraz em nos considerar".

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

França - Parte 1

Saímos de Barcelona, aos 29 de dezembro, em direção à França, onde passamos três dias até a chegada do ano novo. Nem é preciso dizer que não se consegue conhecer Paris em tão pouco tempo... A cidade é realmente tudo aquilo de belo que falam dela e merece bem duas semanas ou mais para admirar tudo com muita calma. Porém, para quem dispunha de apenas três dias (na verdade dois, porque uma grande graça de Deus me esperava a alguns poucos quilômetros dali...), a saída foi escolher alguns pontos e deixar outros... Ao longo do tempo em que passamos por lá, a cidade registrou baixas temperaturas, com ameaça de neve. Dois dias depois de deixarmos a cidade, houve forte nevasca que, inclusive, obrigou os aeroportos a paralisarem suas atividades por alguns dias! Ainda bem que já estávamos em casa...

Paris

Paris é a capital e a maior cidade da França, sendo a segunda maior metrópole de toda a Europa, abrigando cerca de 12 milhões de habitantes em sua área metropolitana. É, sem dúvida, uma das principais cidades turísticas do mundo que encanta por sua beleza sem igual. A cidade é cortada pelo rio Sena, cujas margens foram inscritas em 1991 na lista do Patrimônio Mundial da Unesco.

Vista aérea da cidade


A famosa Galeria Lafayette, ótimo lugar para os consumistas de plantão... Abaixo, interior da galeria com o detalhe da árvore de Natal. Em meio ao forte apelo consumista, não se encontrava um sinal religioso sequer. De fato, é triste ver que para muita gente, o Natal perdeu absolutamente o sentido...



Arco do Triunfo: eis o original! (rs) O início da construção do monumento que homenageia as vitórias militares de Napoleão Bonaparte se deu em 1806 e, sua inauguração, em 1836. O belíssimo monumento possui gravados os nomes das 128 batalhas e dos 558 generais das conquistas napoleônicas. Localiza-se na famosa Praça Charles de Gaulle.


De frente ao Arco do Triunfo, se encontra a famosa Avenida Champs-Élysées, a mais bela e famosa da cidade.


Palácio do Louvre (fachada principal) que, atualmente, abriga um dos maiores e mais famosos museus do mundo. No interior do museu, encontram-se célebres obras como a Monalisa (Leonardo da Vinci, sec XVI), Vitória de Samotrácia (sec. III a.C.), Vênus de Milo (sec II a.C.), além de outras obras-primas de artistas como Michelangelo e Rembrandt.

Um dos espelhos d'água à frente do Museu do Louvre. Na foto se pode ver pequenos flocos de neve que começavam a cair, fazendo a temperatura cair para abaixo de zero.


Arco do Triunfo do Carrossel, outra obra de Napoleão.


Obelisco à Praça da Concórdia

Sena, famoso rio que corta toda a cidade de Paris.


A famosa Catedral de Notre Dame. Dedicado a Nossa Senhora (em francês, Notre Dame), o templo de estilo gótico data do século XII e é um dos mais belos de toda a França. Possui uma importância histórica inigualável, tendo sido "palco" de acontecimentos importantes, tais como a coroação de Napoleão Bonaparte (1804). A Catedral entrou para a história da literatura mundial por ter servido como lugar onde se desenvolvia o romance de Victor Hugo, intitulado "O Corcunda de Notre-Dame" (1831).

Interior da Catedral de Notre-Dame (fotos acima e abaixo). Eis a resposta aos que me perguntavam de onde havia tirado a foto que abre o blog.



É ela mesma... A base da mais famosa torre do mundo, fotografada na véspera do ano novo. Abaixo, detalhe da torre vista em meio às construções da cidade.

Passamos o reveillón às margens do Rio Sena e aos pés da Torre Eiffel. Na foto, tirada minutos antes da passagem de ano, a torre ostentava o símbolo na Comunidade Européia, já que Paris seria até a meia-noite de 31 de dezembro de 2008, a sede da Presidência do Conselho da União Européia. Num ato simbólico, exatamente às 0h, o símbolo da Comunidade Européia foi apagado e Paris cedeu a presidência à cidade de Praga (República Tcheca).

Torre Eiffel, à meia noite, virada do ano, num jogo de luzes belíssimo! Abaixo, já em 2009, o espetáculo tomava novas cores, desejando um bom início de novo ano a todos os expectadores.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Espanha - Conclusão

Partimos da cidade de Burgos, ainda na madrugada do dia 26. O trem nos levou à Barcelona, onde ficamos de 26 a 29 de dezembro. Em Barcelona ficamos numa casa salesiana durante todo o tempo em que passamos na cidade. Infelizmente, o frio e a chuva também nos acompanhou durante todo o tempo..., mas não impediu que conhecêssemos algumas das belezas daquela importante cidade espanhola.

Barcelona

Capital da comunidade autônoma de Cataluña, Barcelona é uma cidade do extremo-leste da Espanha, banhada pelo Mar Mediterrâneo, que conta com mais de 1,5 milhão de habitantes. De fundação provavelmente romana, a história da cidade remonta ao século I d.C., mas existem indícios arqueológicos de povos que ali viveram há milhares de anos antes da era cristã. Barcelona é um misto belíssimo de arquitetura antiga e moderna que se harmonizam de maneira extraordinária!

A cidade é bilingue: a língua oficial é o catalão, falado por todas as partes, mas também se ouve o castelhano, sobretudo, em pontos turísticos. O povo, em geral, é muito receptivo! Abaixo, seguem algumas fotos da cidade.


Um dos quarteirões de construções antigas. Mais antigo que esse e de beleza ainda maior é o bairro de arquitetura gótica: vale a pena uma visita!


Arquitetura moderna em Barcelona (fotos acima e abaixo).





Vila Olímpica: a cidade sediou as Olímpiadas de 1992. Na foto, tentando fazer pose de esportista, mas eu sequer conseguia vencer a força do vento que era realmente muito forte! (rs)


O Arco do Triunfo, em Barcelona. Esse é imitação... (rs) O verdadeiro eu veria alguns dias depois...


A famosa Igreja da Sagrada Família, estupenda obra desenhada pelo famoso arquiteto catalão Antoni Gaudí. A obra foi iniciada em 1882 e, embora ainda não concluída, já foi incluída pela UNESCO no sítio do Patrimônio Mundial "Obras de Antoni Gaudí". Ir a Barcelona e não ver a Sagrada Família é como não ir a Barcelona...


O beijo de Judas (acima) e a flagelação de Cristo (abaixo), obras esculpidas na pedra, à entrada da Igreja da Sagrada Família.






Vitrais no interior da Igreja da Sagrada Família (fotos acima e abaixo)






Interior da Igreja de Santa Maria do Mar. Belíssimo templo erguido na Idade Média (sec. XIV)sob uma única influência arquitetônica, é o máximo expoente do gótico catalão. Apesar da presença de muitos turistas, é impressionante como o interior do templo convida à oração... Não fosse o curto tempo, passaria horas ali dentro...


Igreja de Santa Maria do Mar: detalhe das colunas que marcam a construção (acima) e do presbitério (abaixo)




Igreja Santa Maria do Mar: detalhes dos vitrais. Na foto abaixo, um fato inesperado... À direita da entrada principal da Igreja, encontro-me com aquele que me acompanha com carinho paterno: Dom Bosco!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Espanha - Parte 2

Logo pela manhã do dia de Natal, partimos de Santiago de Compostela rumo à cidade de Barcelona. Como deveríamos cruzar todo o norte da Espanha, acabamos fazendo de Burgos, nossa "cidade dormitório". É até uma "ofensa" qualificá-la assim, já que por sua beleza e história, valeria passar alguns dias com calma por ali para conhecê-la bem, mas nós permanecemos por lá apenas durante uma noite, para então prosseguir viagem.

Ao chegar em Burgos, nos deparamos com uma situação inesperada. O trem nos deixou numa estação que havia sido inaugurada fazia cerca de dez dias. A antiga estação era bem no centro da cidade, porém a nova estação era uma moderna construção (linda mesmo!) localizada bem no meio do nada! (rs). Não havia casas por perto, nenhum meio de transporte público ou privado. Ah, também não havia telefone público para qualquer emergência. Bem, o frio era algo próximo ao terrível... (rs) Para além da baixa temperatura (baixa mesmo, abaixo de zero...), o vento forte piorava a sensação térmica. Por sorte, encontramos um casal espanhol que também chegava à cidade e que, já sabendo da situação da nova estação, havia reservado um táxi para buscá-los. Com o nosso "portunhol", conseguimos carona no mesmo táxi. Até que a aventura saiu barata, já que dividimos a corrida... (rs)

Burgos

Município da província de mesmo nome, Burgos é uma bonita cidade localizada ao centro-norte da Espanha. Possui cerca de 175.000 habitantes e, para além da beleza de sua arquitetura (sobretudo aquela inspirada na arte gótica), possui uma importante história: fundada como uma fortaleza no século IX d.C., já no século XI constituía um importante centro que lhe rendeu o título de sede episcopal. Durante a Guerra Civil espanhola, Burgos foi a sede do governo de Franco (ditador espanhol) durante os anos de 1936 a 1939.

Abaixo, seguem algumas fotos que conseguimos tirar no pouco tempo em que estivemos na cidade. A maioria não tem legendas porque também não pudemos tirar informações sobre o local (acreditem: a estação não tinha nada mesmo, só o trem que parava por ali... rs). As fotos que possuem legenda se referem aos locais que possuíam alguma placa com indicação.

A gente se vê!

Com afeto salesiano,
Pe. Mauricio Miranda.








Centro da Cidade



Sede do governo por ocasião da Guerra Civil Espanhola


Monumento à frente da antiga sede do governo (detalhe).



Nesse palácio, o rei da Espanha recebeu Cristóvão Colombo, aos 23 de abril de 1497, depois que ele retornava de sua viagem ao Novo Mundo (América).