
terça-feira, 29 de abril de 2008
Um amigo de Deus (29.04.2008)

sábado, 26 de abril de 2008
"Ele permanece junto de Vós e estará dentro de Vós!" (João 14, 17)
— Ele está no meio de nós!
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo João.
— Glória a vós, Senhor!
— Glória a Vós, Senhor!
Imagem do Espírito Santo fixada na Basílica de São Pedro, em Roma
Quantas pessoas precisam "acordar" para essa novidade! Quantos precisam acolher essa verdade que transforma: "...Ele permanece junto de vós e estará dentro de vós" (João 14, 17). Somos templos do Espírito Santo! Deus habita dentro de nós por meio de seu Espírito! Tomar posse dessa certeza é o início da mudança de vida tão necessária, é permitir que Deus opere livremente em nosso coração, é entregar a condução de nossa vida em suas santas mãos, é sermos, enfim, inteiramente Dele. É sermos, de verdade, amigos de Deus...!
Ao longo de semana, convido você a pedir junto comigo o dom do Espírito Santo sobre nossa vida! Você pode se perguntar: "Mas se Ele está dentro de mim, por que é preciso que eu o peça?" Na verdade, pedir o dom do Espírito significa lhe dar a "permissão" de agir em nós. Deus não age em nós sem nossa permissão... Ele respeita até o último instante nossa liberdade... Por isso, é importante pedir com fervor: "Vem, Espírito Santo!"; em outras palavras, dizer-lhe: "Sim, Senhor, age em mim, eu lhe permito... E nós poderemos fazer essa pequena oração, repetindo-a ao longo de todo o dia: ao levantar, no caminho para o trabalho ou à escola, durante nossas atividades, no banho, enfim, em todas as grandes e pequenas atividades que realizamos, basta dizer do fundo do coração: "Vem, Espírito Santo!" É assim que vamos permitindo que Ele vá ampliando seu raio de ação dentro de nós...
Tenho a certeza de que, pouco a pouco, seremos pessoas transformadas pelo poder do Espírito de Deus! Eu acredito nisso! E você?
Com afeto salesiano
P. Mauricio Miranda.
domingo, 20 de abril de 2008
"Eu estou no Pai e o Pai está em mim!" (Jo 14,11)
Evangelho (João 14, 1-12)

domingo, 13 de abril de 2008
"Eu sou a Porta!" (João 10,9)

Caros amigos
Nesse 4º Domingo da Páscoa, Jesus toma um exemplo muito comum aos homens e mulheres de sua época para falar sobre o modo como Deus se relaciona conosco. Certamente, falando a nós homens e mulheres de hoje - ao menos a nós que habitamos em grandes cidades -, ele não utilizaria a figura do pastor de ovelhas. Jesus utilizava linguagem e imagens muito próximas do cotidiano das pessoas para as quais ele falava, de modo que sua mensagem fosse muito bem compreendida. Aí está o belo: reconhecer esse desejo que parte do coração do Senhor de tornar sua mensagem cada vez mais clara e acessível e, que por isso, chegue ao coração de todos, sem exceção. De fato, na época de Jesus, a figura do pastor de ovelhas era bem conhecida, desde os doutores da Lei até as pessoas mais simples do povo.
É importante lançarmos um olhar sobre esse "mundo" do pastoreio. Hoje, vamos observá-lo sobre dois aspectos: o ambiente em si e a relação pastor-rebanho.
Em relação ao ambiente em si, podemos dizer que o pastor, mesmo nos nossos dias, é aquele que cuida do local no qual as ovelhas se encontram, desde da verificação das pastagens onde comem para se certificar que sejam boas e próprias até os cuidados com a segurança e limpeza de onde dormem. E, tanto carinho e dedicação para que possam viver bem e permanecerem livres dos perigos que mais assolam esse tipo de ambiente: doenças e animais predadores, por exemplo.
Justamente pelo contato que mantém com suas ovelhas, o pastor cria com elas um relacionamento de confiança. E aqui está o segundo ponto de nossa reflexão. Pelo convívio diário, ele acaba conhecendo suas ovelhas, de modo que, é capaz de distinguir muito bem uma da outra e saber quando esta ou aquela não está muito bem. E o rebanho também é capaz de conhecer quando é o pastor que se aproxima, capaz de distingui-lo dentre outras pessoas que se aproximam! É verdade, sim, que as ovelhas conhecem a voz do Pastor e que lhe são muito mais dóceis que à voz de pessoas estranhas.
Pois bem. No Evangelho de hoje, em relação ao ambiente do pastoreio, o Senhor nos faz fixar a atenção à função da porta do redil. Ele mesmo nos diz: "Eu sou a porta". A porta do redil tem uma função importantíssima: é por ela que o rebanho é conduzido para as pastagens mais seguras e também é por ela que o rebanho tem o retorno assegurado para um repouso tranquilo. Ela é, portanto, uma via de acesso necessária a todo o rebanho. Por isso, Jesus também afirma a seu respeito: "Quem entrar por mim será salvo; entrará e sairá e encontrará pastagem." É também a partir daí que podemos afirmar que a porta garante a vida do rebanho e, por isso também, ele afirma: "Eu vim para que tenham vida e a tenha em abundância."
Em relação ao relacionamento pastor-rebanho, Jesus também diz que "as ovelhas escutam a sua voz", que o pastor "chama as ovelhas pelo nome e as conduz, caminhando a sua frente" e que "as ovelhas o seguem porque conhecem a sua voz". Todas expressões para descrever a intimidade que se estabelece entre o pastor e seu rebanho. É por isso também que no versículo 11, o Senhor acabará dizendo: "Eu sou o bom pastor!".
Por fim, um outro item interessante a se observar no Evangelho desse 4º Domingo, é aquele por meio do qual o Senhor começa a narração: "Em verdade, em verdade vos digo, quem não entra no redil das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante. Quem entra pela porta é o pastor das ovelhas." Aqui, em outras palavras, está sendo dito que por essa porta só passa aquele que é verdadeiro pastor, ou seja, o pastor autêntico deve ter os mesmos sentimentos e atitudes em relação às ovelhas, deve amá-las e estar disposto a dar sua própria vida para que elas tenha vida, assim como o Senhor o fez. Por isso o Evangelho de hoje é também critério para todos aqueles que recebem a missão de serem pastores do povo de Deus. E é também por isso que a Igreja, nesse domingo, reza pelas vocações. Toda a pessoa que exerce para com o povo de Deus uma função, grande ou pequena, de "pastoreio" deve realizá-la por, com e em Jesus, a única porta pela qual se tem verdadeiro acesso ao rebanho.
Convido você, ao longo dessa semana, a rezar pelos nossos pastores para que sejam sinais vivos do Senhor da Vida para todo o rebanho que Deus lhes confia. Rezemos também para que todos cresçamos na intimidade com o Supremo Pastor, que conheçamos cada dia mais sua suave voz e que jamais nos separemos do rebanho que o tem como verdadeiro e único Pastor.
Boa semana todos!
Com afeto salesiano,
P. Mauricio Miranda.
Exercícios Espirituais na Polônia - Parte Final
Wieliczka, fundada em 1290, é uma cidade do sul da Polônia, na área metropolitana de Cracóvia, situada na região da Pequena Polônia. As minas da cidade foram ocupadas pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial e utilizadas como armazém para fábricas de produtos militares.
As minas de Sal em Wieliczka (entrada)

Deus abençoe sua vida!
Com afeto salesiano
P. Mauricio Miranda..jpg)
"Irmãos e Irmãs: não tenhais medo de acolher Cristo e de aceitar o Seu poder! E ajudai o Papa e todos aqueles que querem servir a Cristo e, com o poder de Cristo, servir o homem e a humanidade inteira! Não, não tenhais medo! Antes, procurai abrir, melhor, escancarar as portas a Cristo! Ao Seu poder salvador abri os confins dos Estados, os sistemas econômicos assim como os políticos, os vastos campos de cultura, de civilização e de progresso! Não tenhais medo! Cristo sabe bem "o que é que está dentro do homem". Somente Ele o sabe!
Hoje em dia, muito frequentemente o homem não sabe o que traz no interior de si mesmo, no profundo do seu ânimo e do seu coração, muito freqüentemente se encontra incerto a cerca do sentido da sua vida sobre esta terra. E sucede que é invadido pela dúvida que se transforma em desespero. Permiti, pois — peço-vos e vo-lo imploro com humildade e com confiança — permiti a Cristo falar ao homem. Somente Ele tem palavras de vida; sim, de vida eterna."
(João Paulo II ao mundo, aos 22 de Outubro de 1978)
Exercícios Espirituais na Polônia - Parte 5
Depois de um momento de silêncio e oração pessoal, tivemos a Celebração Penitencial e, logo após, todos nós, cerca de 50 padres, pudemos nos confessar. Como é bom poder fazer, agora como penitente, a experiência da misericórdia de Deus por nós. Em minha postagem sobre o dia de Páscoa, em Cassino (Itália), relatei como foi bom ser, como padre, sinal da Misericórdia de Deus às pessoas, mas muito melhor que isso, é ser objeto, alvo de tal Misericórdia.
Minha experiência
O Santuário da Divina Misericórdia (ele, na foto, é visto por trás, já que está voltado para uma imensa planície que não se pode ver pela foto).
A torre bem à entrada do Santuário. No detalhe (acima e abaixo), se vê a imagem de João Paulo que acolhe e abençoa os peregrinos que ali chegam sedentos da Misericórdia de Deus.

Cópia do Quadro de Jesus Misericordioso fixado no altar do Santuário.
Essa é a pequenina capela onde, segundo o Diário Espiritual de Santa Faustina, Jesus pediu que o quadro de sua Divina Misericórdia fosse colocado para veneração pública. Segundo ela, Jesus quis que a Divina Misericórdia fosse venerada pelas irmãs do convento, em primeiro lugar, mas depois pelo mundo inteiro!
Eis o famoso quadro original. Impressionante o silêncio que se pode sentir nesse local... Ali, rezei por todos que se recomendam às minhas orações ou foram a elas recomendados. Rezei, especialmente, por você que me acompanha por esse blog. Abaixo o quadro, pode se ver o local onde está posto o corpo de Santa Faustina.