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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Amigo verdadeiro...

A Sagrada Escritura diz que um "amigo fiel é poderoso refúgio; quem o descobriu, descobriu um tesouro" (Eclo 6,14). O Pai tem me permitido comprovar quão verdadeira é esta Palavra! Em primeiro lugar, pelos amigos que Ele tem colocado em minha vida (aproveito a ocasião para agradecer de coração pelo que representam para mim). Mas, de maneira especial, tem sido em seu Filho Jesus, que tenho descoberto o real significado e a força do ser amigo.

O amigo verdadeiro, porque nos conhece bem, nos aceita da maneira que somos, nos compreende e, por amor, nos ajuda a crescermos e a sermos melhores. Em Jesus, essa experiência tão humana, ganha contornos de eternidade!

Certa vez, um jovem que passava por um momento muito difícil de sua vida, me disse que para compreender a dor que sentia, era preciso "estar em sua pele". Ele tinha razão. De fato, como amigo, ainda que importantes, poderia lhe oferecer somente minha presença e oração. Só Jesus poderia ir além! Se alguém "estava em sua pele", esse alguém era Jesus! Quando se fez carne, Jesus assumiu tudo aquilo que somos! Ninguém nos conhece como Ele! Por isso só Ele sabe o que há no coração humano, antes mesmo que o expressemos (cf. Sl 139,4).

Mas não é só isso. Jesus não somente nos revela o mistério de nós mesmos, mas porque Filho de Deus, nos abre ao mistério do Pai. Em Jesus, nossa existência ganha sentido, porque Ele nos faz participar da vida do Criador. Nele, o divino e o humano se tocam e se harmonizam de maneira perfeita! Quando assume a condição humana, o Filho de Deus a divina!

Dias atrás, ouvia uma canção que retratava essa magnífica Verdade. Na voz de uma das melhores intérpretes da música católica, a Verdade reflete parte de sua forma poética. Nessa postagem, apresento a canção executada em três diferentes línguas. Roguemos para que o mundo inteiro descubra a amizade de Deus, oferecida na pessoa de Jesus!



Alma de amigo
Letra: Ziza Fernandes
Música: Alexandre Malaquias

Num olhar, tu já me conheces bem.
No calar, tu já ouves até o que não digo.
És fiel, sinal do céu.
Leva-me ao Pai com a tua mão.

Tua voz com amor vem me dizer
Que Tu és a ressurreição para o meu ser.
Teu chorar, prova de amor.
Só um amigo ama assim!

Com meus olhos posso contemplar:
Devolveste a vida ao meu ser!
Como amigo tu vens me chamar.
Nem a morte pode te vencer

(Em tuas mãos sempre há poder, honra e glória.
A marca sobre a tua cruz foi a vitória!)






Con solo verme, tú ya me conoces bien.
Y en mi silencio, tu ya oyes hasta lo que lo digo.
Eres fiel, señal del cielo.
Llevame al Padre siempre a tus manos.

Y tu voz, con amor viene a decirme.
Queres tu La resurrección para mi ser.
Tu llorar, prueba de amor.
Solo un amigo ama así.

Com mis ojos puedo contemplar:
devolviste La vida a mi ser.
Como amigo me quieres llamar.
Ni La muerte te puede vencer.

(En tus manos siempre hay poder, honra y gloria.
Tus llagas sobre aquella Cruz sola Victoria!)






Con il tuo sguardo mi conosci molto bene.
Nel mio silenzio, tu ascolti anche quello che non dico.
Sei fedele, segno dei cieli.
Portami al Padre con la tua mano.

La tua voce mi dice con grande amore
che sei tu la rissurrezione e la vita per me.
La tua Croce è prova d’amore.
Solo un amico ama così.

Io con gioia posso contemplar
che hai donato la tua vita per me.
Come amico tu vieni ad amarmi.
Niente può separarmi da te.

(La tua mano ha sempre potere, onore e gloria.
Le tue piague sulla Croce sono vitoria!)


sábado, 13 de dezembro de 2008

3º Domingo do Advento - Ano B - 2008

Evangelho (João 1,6-8.19-28)

— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós!
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

6 Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João. 7 Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. 8 Ele não era a luz, mas veio dar testemunho da luz. 19 Este foi o testemunho de João, quando os judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar: “Quem és tu?” 20 João confessou e não negou. Confessou: “Eu não sou o Messias”. 21 Eles perguntaram: “Quem és então? És tu Elias?” João respondeu: “Não sou”. Eles perguntaram: “És profeta?” Ele respondeu: “Não”. 22 Perguntaram então: “Quem és, afinal? Temos que levar uma resposta para aqueles que nos enviaram. O que dizes de ti mesmo?”23 João declarou: “Eu sou a voz que grita no deserto: ‘Aplainai o caminho do Senhor’” — conforme disse o profeta Isaías. 24 Ora, os que tinham sido enviados pertenciam aos fariseus 25 e perguntaram: “Por que então andas batizando, se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?”26 João respondeu: “Eu batizo com água; mas no meio de vós está aquele que vós não conheceis, 27 e que vem depois de mim. Eu não mereço desamarrar a correia de suas sandálias”. 28 Isto aconteceu em Betânia, além do Jordão, onde João estava batizando.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.



Celebramos o 3º Domingo do Tempo do Advento que, de acordo com uma antiga tradição na Igreja, é conhecido como o Domingo da Alegria; isso porque, diante da proximidade das festas do Natal do Senhor Jesus, o coração da Igreja se enche de júbilo ao reconhecer que "a Palavra se fez carne e veio habitar entre nós." (Jo 1, 14)

Jesus é a Palavra de Deus! Por isso, de fato, com a sua vinda ao mundo, abriu-se "o tempo da graça do Senhor" (Is 61,2), momento onde Deus assumiu a nossa condição humana para, dessa forma, falar diretamente ao coração de cada pessoa! Eis a razão da alegria que permeia as leituras da Santa Missa desse Domingo do Advento.

Para preparar a primeira vinda de Jesus ao mundo, João Batista foi a "voz que clama no deserto: preparai os caminhos do Senhor!" (Jo 1,23) Ele não era a Palavra, mas a voz que anunciava a sua chegada. Ele mesmo deixou isso claro quando foi questionado pelos sacerdotes e levitas de Jerusalém (cf. Jo 1,20).

Da mesma forma como João Batista foi a voz de Deus para seu tempo, também nós somos chamados a sê-lo no mundo de hoje. Assim como ele preparou a primeira vinda da Palavra ao mundo, nós somos convocados a preparar, com nossa voz, o seu retorno glorioso! Não somos a Palavra de Deus, mas a voz que continua a anunciá-la.

A Palavra de Deus quer chegar ao coração de muitos por meio de nossa voz. Há muita gente que precisa dessa visita de Deus! Há muita gente que precisa sentir a alegria que brota do verdadeiro encontro com Cristo!

Com a Igreja, enquanto caminhamos ao encontro do Senhor, seguimos pedindo: "Vinde, Senhor Jesus!" (Ap 22,20)

Com afeto salesiano
Pe. Mauricio Miranda.

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Celebriamo oggi la 3ª Domenica d'Avvento che, secondo un'antica tradizione della Chiesa, è conosciuta come la Domenica della Gioia; questo perché, avvicinandocialle feste del Natale del Signore Gesù, il cuore della Chiesa è pieno di gioia in quanto riconoscere che "la Parola si fece carne e venne ad abitare in mezzo a noi". (Gv 1, 14)

Gesù è la Parola di Dio! Quindi, con la sua venuta nel mondo, si è inaugurato il "periodo della grazia del Signore" (Is 61,2), il tempo in cui Dio ha preso la nostra condizione umana per così dire direttamente nel cuore di ogni persona! Ecco la ragione della gioia che permea le letture della Santa Messa di questa Domenica d'Avvento.

Per preparare la prima venuta di Gesù nel mondo, Giovanni Battista è stato la "voce di uno che grida nel deserto: preparate la via del Signore!" (Gv 1,23). Egli non era la Parola, ma la voce che ha annunciato il suo arrivo. Egli stesso lo aveva detto chiaramente quando è stato interrogato dai sacerdoti e dai leviti di Gerusalemme (cfr Gv 1,20).

Allo stesso modo in cui Giovanni Battista è stato la voce di Dio per il suo tempo, anche noi siamo chiamati ad esserlo per il mondo d'oggi. Così come lui ha preparato la prima venuta della Parola nel mondo, così noi siamo chiamati a preparare, con la nostra voce, il suo ritorno glorioso! Noi non siamo la Parola di Dio, ma la voce che continua ad annunciarla.

La parola di Dio vuole raggiungere i cuori di molti attraverso la nostra voce. Ci sono molte persone che hanno bisogno di questa visita di Dio! Molti hanno bisogno di sentire la gioia che scaturisce da un vero incontro con Cristo!

Mentre camminiamo incontro al Signore, con la chiesa, diciamo: "Vieni, Signore Gesù!" (Ap 22,20)

(contributo di Emanuele Vezzoli, sdb)

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Celebramos el 3 ° domingo del tiempo de Adviento que, de acuerdo con una antigua tradición en la iglesia, se conoce como el Domingo de la Alegría; esto porque, dada la proximidad de las fiestas de Navidad del Señor Jesús, el corazón de la iglesia se llena de alegría a reconocer que "la Palabra se hizo carne y vino a habitar entre nosotros"(Jn 1, 14).

¡Jesús es la Palabra de Dios! Por eso, de hecho, con su venida al mundo, abrió "el período de gracia del Señor" (Is 61,2), el tiempo en que Dios mismo asumió nuestra condición humana para que, de esa forma, ¡poder hablar directamente al corazón de cada persona! De ahí la alegría que impregna las lecturas de la Santa Misa de este domingo de Adviento.

Para preparar la primera venida de Jesús al mundo, Juan el Bautista fue la "voz que clama en el desierto: ¡Preparen los caminos del Señor!" (Jn 1,23). Él no era la Palabra, sino la voz que anunciaba su llegada. Él mismo aclaró esto cuando fue interrogado por los sacerdotes y los levitas de Jerusalén (cf. Jn 1,20).

De la misma manera que Juan el Bautista fue la voz de Dios para su tiempo, también nosotros estamos llamados a serlo en el mundo de hoy. ¡Como se preparó la primera venida de la Palabra en el mundo, estamos llamados a preparar, con nuestra voz, su retorno glorioso! Nosotros no somos la Palabra de Dios, sino una voz que sigue anunciándola.

La palabra de Dios quiere llegar a los corazones de muchos a través de nuestra voz. ¡Hay muchas personas que necesitan esta visita de Dios! ¡Muchos que necesitan sentir la alegría que brota de un verdadero encuentro con Cristo!

Con la iglesia, mientras caminamos al encuentro del Señor, seguimos pidiendo: "Ven, Señor Jesús!" (Ap 22,20).

(traducción del Padre Patricio de la Torre, sdb)

domingo, 7 de dezembro de 2008

Imaculada Conceição de Nossa Senhora - Ano B - 2008

Evangelho (Lucas 1,26-38)

— O Senhor esteja convosco!

— Ele está no meio de nós!
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 26 no sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, 27 a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi e o nome da Virgem era Maria. 28 O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” 29 Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. 30 O anjo, então, disse-lhe: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. 31 Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. 32 Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. 33 Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim”. 34 Maria perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem algum?”35 O anjo respondeu: “O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus. 36 Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, 37 porque para Deus nada é impossível”. 38 Maria, então, disse: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” E o anjo retirou-se.


— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.




A única solenidade prevista durante o tempo do Advento é a da Imaculada Conceição de Nossa Senhora. Isso porque o sentido dessa solenidade se insere perfeitamente no contexto do tempo litúrgico que celebramos. Se você me acompanha pelo blog, provavelmente já sabe qual o contexto do tempo do Advento. Resta-nos agora entender qual o sentido da solenidade de hoje. Para isso, precisamos nos fazer duas perguntas: uma sobre seu significado e outra sobre sua finalidade. Vamos lá?

1. Que significa a Imaculada Conceição de Nossa Senhora?

A palavra conceição é o mesmo que concepção. Significa o ato de gerar. Ser concebido quer dizer ser gerado no ventre materno. No caso da Virgem Maria, dizemos que sua conceição foi imaculada. E o que é isso?

Imaculada significa sem mácula, sem mancha nenhuma. Nesse sentido, falar da Imaculada Conceição de Nossa Senhora significa dizer que a Virgem Maria foi gerada sem pecado.

Todos nós já nascemos marcados pelo pecado. Em Maria isso não aconteceu! Maria é a toda santa! E por que? Porque Deus, querendo preparar uma Mãe que fosse digna de gerar seu Filho Jesus, preservou Maria da mancha do pecado original. De fato, deveria mesmo ser puríssima a Virgem que nos daria o Salvador que tira o pecado do mundo.

Em poucas palavras, esse é o significado da Solenidade que celebramos nesse dia 08 de dezembro. Mas qual a finalidade dessa celebração, ou seja, por qual motivos celebramos a Imaculada Conceição de Nossa Senhora? Eis a segunda questão.

2. Qual sua finalidade?

Sabemos que no Advento, ao mesmo tempo em que celebramos a primeira vinda de Jesus ao mundo, reafirmamos nossa firme esperança de que Ele retornará no final dos tempos. Pois bem. A Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora nos ajuda em muito a compreender ainda mais o sentido do Advento. E por que?

Porque ao refletirmos sobre as maravilhas operadas por Deus na vida da Virgem Maria, entendemos o valor da encarnação do Verbo, o grande significado da vinda de Jesus ao mundo. Portanto, com essa Solenidade, não fixamos nossa atenção somente em Maria. Pousar o olhar e o coração sobre Ela, nos leva a contemplar com amor o próprio mistério do Salvador.

Além disso, vimos na liturgia do 2º Domingo do Advento que somos convidados por Deus a, com nosso próprio modo de vida, preparar os caminhos do Senhor (cf. Mc 1,3). Isso significa procurar viver em santidade todos os dias de nossa vida até o dia em que seremos julgados diante do Amor. Não é verdade que nós realizamos o nosso próprio julgamento mediante as escolhas que fazemos nessa vida? Pois bem. Nesse caminho em direção a Deus, a Virgem Imaculada continua sendo não somente um modelo de vida a ser seguido pelos discípulos do Senhor, mas uma grande advogada nossa que intervém constantemente a Deus em nosso favor.

Como é bom compreendermos os tesouros de nossa fé católica! Quando isso acontece, conseguimos colocar o coração em tudo o que celebramos e, dessa forma, não somente celebrar o que procuramos viver, mas sobretudo, viver aquilo que estamos celebrando. É assim que, dia após dia, a Igreja prepara e anseia, com Maria, a vinda de seu Senhor.

Boa festa a todos!
Viva a Mãe de Deus!

Com afeto salesiano
Pe. Mauricio Miranda.

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L'unica solenità prevista nel corso del tempo dell'Avvento è l'Immacolata Concezione della Beata Vergine Maria. Ciò perché il senso di questa solennità rientra perfettamente nel contesto liturgico del tempo che si celebra. Già sappiamo qual è il contesto del tempo dell'Avvento. Cerchiamo ora di capire qual'è il senso della solennità di oggi. Per questo, abbiamo bisogno di porre due domande: una sul suo significato e l'altra sul suo scopo.

1. Che cosa significa l'Immacolata Concezione della Madonna?

La parola Concezione significa generazione. Essere concepiti vuol dire essere generati nel grembo materno. Nel caso della Vergine Maria, diciamo che la sua concezione è stata immacolata. Che cosa si vuol dire con questo?

Immacolata significa senza nessuna macchia. In questo senso, parlare della Immacolata Concezione della Beata Vergine significa che Maria è stata generata senza peccato.

Tutti noi siamo nati segnati dal peccato. Con Maria, questo non è sucesso! Lei è tutta santa! E perché? Dio, che intendeva preparare una madre che fosse degna di generare il suo Figlio Gesù, ha conservato Maria della macchia del peccato originale. In realtà, doveva essere purissima la Vergine che ci avrebbe donato il Salvatore che toglie il peccato del mondo. In somma, questo è il significato della solennità che celebriamo in questo giorno 08 dicembre. Ma qual è la finalità di tale celebrazione, per quali motivi celebriamo l'Immacolata Concezione della Beata Vergine? Questa è la seconda domanda.

2. Qual è il suo scopo?

Sappiamo che, nell'Avvento, allo stesso momento in cui si celebra la prima venuta di Gesù nel mondo, riaffermiamo la nostra ferma speranza che egli ritornerà alla fine dei tempi. Bene, la solennità dell'Immacolata Concezione della Vergine Maria ci aiuta a capire molto di più il senso dell'Avvento. E perché?

Perché riflettendo sulle meraviglie operate da Dio nella vita della Vergine Maria, possiamo capire il valore dell'Incarnazione del Verbo, il grande significato della venuta di Gesù al mondo. Quindi, con questa solennità, non solo fissiamo la nostra attenzione su Maria. Posare gli occhi e il cuore su di lei, ci porta a contemplare con l'amore il mistero stesso del Salvatore.

Inoltre, abbiamo visto nella liturgia della 2ª Domenica d'Avvento che siamo invitati da Dio, con il nostro stile di vita, a preparare la strada del Signore (cfr Mc 1,3). Ciò significa cercare di vivere in santità tutti i giorni della nostra vita fino a quando un giorno saremo giudicati davanti all'Amore. Non è forse vero che noi ci giudichiamo in base alle scelte che facciamo nella vita? Bene, in questo cammino verso Dio, la Vergine Immacolata rimane non solo un modello di vita che deve essere seguito dai discepoli del Signore, ma una grande avvocata che interviene costantemente presso Dio in nostro favore.

È bello capire i tesori della nostra fede cattolica! Quando ciò accade, abbiamo messo il cuore in tutto ciò che celebriamo e, quindi, non solo celebriamo la vita che viviamo, ma ancora più importante, viviamo quello che stiamo celebrando. È così che, giorno dopo giorno, la Chiesa prepara, con Maria, la venuta del Signore.

Buona festa per tutti!
Viva la Madre di Dio!

(contributo di Don Emanuele Vezzoli)

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La única ceremonia prevista durante el tiempo de Adviento es la Inmaculada Concepción de Nuestra Señora. Esto se debe a que el sentido de la solemnidad cae perfectamente en el contexto del tiempo litúrgico que celebramos. Si usted pasó por mi blog, probablemente ya sabe lo del contexto del tiempo de Adviento. Vamos a entender el sentido de la solemnidad de hoy. Para ello, tenemos que formular dos preguntas: una sobre el significado y la otra sobre su finalidad.

1. ¿Qué significa la Inmaculada Concepción de Nuestra Señora?

La palabra de Concepción es el mismo que concebir. Esto significa el acto de engendrar. Ser concebido de forma tal que se está generando en el útero materno. En el caso de la Virgen María, decimos que su su Concepción fue Inmaculada. ¿Y qué es eso?

Inmaculada significa sin mancha, sin ninguna mancha. En ese sentido, hablar de la Inmaculada Concepción de Nuestra Señora significa que la Virgen María fue creada sin pecado.

Todos hemos nacidos marcados por el pecado. ¡En María eso no sucedió! ¡María es toda santa! ¿Y por qué? Porque Dios, que deseaba preparar una madre que sea digna de engendrar a su Hijo Jesús, preservó a María de la mancha del pecado original. De hecho, debía ser purísima la Virgen que nos daría al Salvador que tomara los pecados del mundo. En pocas palabras, este es el significado de la solemnidad que celebramos este día 08 de diciembre. Pero, ¿cuál es el propósito de esta celebración? es decir, ¿por qué razones celebrar la Inmaculada Concepción de Nuestra Señora? Esta es la segunda cuestión.

2. ¿Cuál es su propósito?

Sabemos que en el Adviento, en el mismo momento en que celebramos la primera venida de Jesús al mundo, reafirmamos nuestra firme esperanza de que regresará al final de los tiempos. Bien. La Solemnidad de la Inmaculada Concepción de Nuestra Señora nos ayuda a entender mucho más este sentido del Adviento. ¿Y por qué?

Porque al reflexionar acerca de las maravillas realizadas por Dios en la vida de la Virgen María, entendemos el valor de la Encarnación del Verbo, la gran importancia de la venida de Jesús al mundo. Por eso, con esta solemnidad, no sólo fijamos nuestra atención en María. Poner los ojos y el corazón en ella, nos lleva a contemplar con amor el misterio mismo del Salvador.

Además, hemos visto en la liturgia del 2º Domingo de Adviento que estamos invitados por Dios, con nuestro propio modo de vida, a prepar los caminos del Señor (cf. Mc 1,3). Esto significa tratar de vivir en santidad todos los días de nuestra vida hasta el día en que seremos juzgados delante de Amor. ¿No es cierto que nos juzgamos a nosotros mismos por las elecciones que hacemos en la vida? Pues bien. En este camino hacia Dios, la Virgen Inmaculada sigue siendo no sólo un modelo de vida a seguir para los discípulos del Señor, sino una gran abogada que constantemente interviene ante nuestro Dios en favor nuestro.

Qué bueno es comprender los tesoros de nuestra fe católica! Cuando esto sucede, conseguimos colocar nuestro corazón en todo lo que celebramos y, de esa forma, no sólo celebrar lo que tratamos de vivir, sino, sobre todo, vivir aquello que estamos. Es así que, día tras día, la Iglesia prepara y ansía, con María, la venida de su Señor.

¡Buena fiesta a todos!

¡Viva la Madre de Dios!

(traducción del Padre Patricio de la Torre, sdb)

sábado, 6 de dezembro de 2008

2º Domingo do Tempo do Advento - Ano B - 2008

Evangelho (Marcos 1,1-8)

— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!

1 Início do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus. 2 Está escrito no Livro do profeta Isaías: “Eis que envio meu mensageiro à tua frente, para preparar o teu caminho. 3 Esta é a voz daquele que grita no deserto: ‘Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas estradas!’”4 Foi assim que João Batista apareceu no deserto, pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados. 5 Toda a região da Judéia e todos os moradores de Jerusalém iam ao seu encontro. Confessavam seus pecados e João os batizava no rio Jordão. 6 João se vestia com uma pele de camelo e comia gafanhotos e mel do campo. 7 E pregava, dizendo: “Depois de mim virá alguém mais forte do que eu. Eu nem sou digno de me abaixar para desamarrar suas sandálias. 8 Eu vos batizei com água, mas ele vos batizará com o Espírito Santo”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


Embora o tempo litúrgico do Advento tenha uma duração exata de quatro semanas, sua mensagem principal quer nos acompanhar não só ao longo do Ano Litúrgico que iniciamos, mas durante toda a nossa vida.

O Advento é mais que um tempo litúrgico; é o modo cristão de viver a vida. Por isso as celebrações do tempo do Advento têm por objetivo nos ensinar a viver em permanente "estado de Advento". E como é viver assim?

Em primeiro lugar, é experimentar todos os dias a alegria de saber que "Deus amou tanto o mundo que lhe deu o seu Filho Único..." (Jo 3,16). A vinda de Jesus ao mundo é prova do amor de Deus por todo ser humano. Em Jesus, a vida humana conheceu o seu verdadeiro sentido! Viver em "estado de Advento" é reconhecer e anunciar essa grande notícia! Essa é a maneira pela qual cumprimos a ordem do Senhor expressa na primeira leitura da Missa desse Domingo: "consolai o meu povo, consolai-o" (Is 40, 1).

Mas não é só isso! No final dos tempos, Ele voltará para julgar o mundo. Naquele dia, o amor de Deus se manifestará de maneira tão plena que vai renovar definitivamente todas as coisas. E então, haverá "novos céus e uma nova terra", de acordo com o que lemos em 2 Pd 3, 8-14, trecho da segunda leitura da Missa. Viver em "estado de Advento" é se preparar, continuamente, para o grande dia de nosso encontro decisivo com Deus Amor!

Somos mensageiros do Senhor! Enquanto levamos conosco a alegre mensagem de sua primeira vinda, anunciamos pelo maneira como vivemos, o dia de seu retorno glorioso! O mundo precisa de novos "João Batista", de vozes que gritem sem cessar com a própria vida: "preparai o caminho do Senhor, endireitai suas estradas" (Mc 1, 3)

Com afeto salesiano
Pe. Mauricio Miranda.

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Anche se il tempo liturgico dell'Avvento ha una durata esatta di quattro settimane, il suo messaggio principale vuole accompagnarci non solo durante l'anno liturgico che ha avuto inizio, ma anche durante tutta la nostra vita.

L'Avvento è più che un tempo liturgico, è il modo cristiano di vivere la vita. Quindi, le celebrazioni del tempo dell'Avvento vogliono insegnarci a vivere in permanente "stato di Avvento". E cosa vuol dire vivere così?

In primo luogo, vuol dire sperimentare ogni giorno la gioia di sapere che "Dio ha tanto amato il mondo che ha dato il suo Figlio unigenito ..." (Gv 3,16). La venuta di Gesù al mondo è la prova dell'amore di Dio per ogni essere umano. In Gesù, la vita umana sperimenta il suo vero senso! Vivere in "stato di Avvento" è riconoscere ed annunciare questa grande novità! Questo è il modo in cui adempiamo l'ordine del Signore espresso nella prima lettura della Messa di questa Domenica: "consolate, consolate il mio popolo" (Is 40, 1).

Ma non è solo questo! Alla fine del tempo, egli ritornerà per giudicare il mondo. Quel giorno, l'amore di Dio si manifesterà in un modo così completo che rinnoverà definitivamente tutte le cose. E poi, ci saranno "nuovi cieli e una terra nuova", secondo quanto si legge in 2 Pt 3, 8-14, (brano della seconda lettura della Messa). Vivere in "stato di Avvento" è prepararsi, in modo continuo, al grande giorno del nostro incontro decisivo con Dio Amore!

Siamo messaggeri del Signore! Mentre prendiamo con noi il lieto messaggio del suo primo arrivo, annunciamo, con il nostro modo di vivere, il giorno del suo ritorno glorioso! Il mondo ha bisogno di nuovi "Giovanni Battista", di voci che urlano incessantemente con la stessa loro vita: "Preparate la strada del Signore, raddrizzate i suoi sentieri" (Mc 1, 3)

(contributo di Don Emanuelle Vezzoli, sdb)

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Aunque el tiempo litúrgico de Adviento tiene una duración exacta de cuatro semanas, su mensaje principal nos acompaña no sólo a lo largo del año litúrgico que comenzó, sino a lo largo de nuestra vida.

El Adviento es más que un tiempo litúrgico, es el modo cristiano de vivir la vida. Por lo tanto, las celebraciones del tiempo de Adviento se supone que nos enseñan a vivir en permanente "estado de Adviento". Y ¿cómo es vivir así?

En primer lugar, es experimentar todos los días la alegría de saber que "tanto amó Dios al mundo que dio a su Hijo único ..." (Jn 3,16). La venida de Jesús al mundo es la prueba del amor de Dios por cada ser humano. ¡En Jesús, la vida humana conoció su verdadero sentido! Vivir en "estado de Adviento" es reconocer y anunciar esta gran noticia! Esa es la forma por la cual cumplimos la orden del Señor expresada en la primera lectura de la Misa de este domingo: " Consolad, consolad a mi pueblo" Is 40, 1).

¡Pero no sólo eso! Al final de los tiempos, Él volverá a juzgar al mundo. En aquel día, el amor de Dios se manifestará en una forma tan plena que sin duda renovará definitivamente todas las cosas. Y luego, habrá "nuevos cielos y una nueva tierra", de acuerdo a lo que leemos en 2 Pe 3, 8-14, parte del texto de la segunda lectura de la Misa. ¡Vivir en "estado de Adviento" es prepararse, continuamente, para el gran día de nuestro encuentro decisivo con Dios Amor!

¡Somos mensajeros del Señor! En cuanto que llevamos con nosotros el alegre mensaje de su primera venida, anunciamos por la misma manera como vivimos, ¡el día de su retorno glorioso! El mundo necesita de nuevos "Juan el Bautista", con voces que griten incesantemente con la vida misma: "Preparad el camino del Señor, enderezad sus senderos" (Mc 1, 3).

(traducción del Padre Patricio de la Torre, sdb)

sábado, 29 de novembro de 2008

1º Domingo do Advento - Ano B - 2008

Evangelho (Marcos 13,33-37)

— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós!
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 33Cuidado! Ficai atentos, porque não sabeis quando chegará o momento. 34É como um homem que, ao partir para o estrangeiro, deixou sua casa sob a responsabilidade de seus empregados, distribuindo a cada um sua tarefa. E mandou o porteiro ficar vigiando. 35Vigiai, portanto, porque não sabeis quando o dono da casa vem: à tarde, à meia-noite, de madrugada ou ao amanhecer. 36Para que não suceda que, vindo de repente, ele vos encontre dormindo. 37O que vos digo, digo a todos: Vigiai!”


— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


Eis a grande mensagem do Tempo do Advento: a história humana, de seu início ao seu último momento, encontra sentido em Jesus.

Deus entrou na história da humanidade! Sua vinda deu sentido ao mundo! No Advento somos convidados a refletir sobre isso e a celebrar esta chegada de Deus. Por isso a primeira característica desse tempo é a preparação para as festas do Natal de Jesus.

Mas não é só isso. Depois de sua morte e ressurreição, Jesus subiu aos céus e continua no meio de nós por meio de seu Espírito, até o dia em que deverá retornar de modo definitivo, pois se Ele veio pela primeira vez para nos fazer participar da vida de Deus, por ocasião de seu retorno glorioso, Ele levará tudo à perfeição, até quando "Deus será tudo em todos" (1Cor 15, 28). A segunda característica do Advento, portanto, é a de nos preparar para esse grande dia do encontro definitivo com o Senhor.

Sabemos que se Ele não vier, seremos nós que iremos até Ele, mas não podemos conhecer quando isso acontecerá. Por isso precisamos perseverar em "nosso procedimento irrepreensível até o fim"(1Cor 1,8). Viver de maneira vigilante, como nos recomenda o Evangelho de hoje, é viver de tal forma preparados que, se o dia fosse hoje, não nos pegaria de surpresa! Sejamos nas mãos do Senhor, como o "barro nas mãos do oleiro" (cf. Is 63, 7) e deixemos que Ele mesmo nos prepare para esse grande encontro!

Boa preparação!

Com afeto salesiano
Pe. Mauricio Miranda.

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Questo è il grande messaggio del tempo dell' Avvento: la storia umana, dal suo inizio alla sua fine, trova significato soltanto in Gesù.

Dio è entrato nella storia del genere umano! Il suo arrivo ha dato un senso al mondo! Nell'Avvento siamo invitati a riflettere e a celebrare questo arrivo di Dio. Quindi la prima caratteristica di questo tempo è quella di prepararci per i festeggiamenti del Natale di Gesù.

Ma non è solo questo. Dopo la sua morte e risurrezione, Gesù che è salito al cielo, rimane ancora in mezzo a noi per mezzo del suo Spirito, fino al giorno che dovrà ritornare in modo definitivo, perché se egli è venuto per la prima volta per farci partecipi della vita di Dio, in occasione del suo ritorno glorioso, egli porterà tutto alla perfezione, fino a quando "Dio sarà tutto in tutti» (1 Cor 15, 28). La seconda importante caratteristica dell' Avvento è, allora, quella di prepararci per il grande giorno del definitivo incontro con il Signore.

Sappiamo che, se egli non viene, siamo noi che andremo da lui, ma non possiamo sapere quando questo succederà. Quindi abbiamo bisogno di perseverare nella nostra condotta impeccabile "sino alla fine, irreprensibili nel giorno del Signore nostro Gesù Cristo" (1 Cor 1,8). Vivere in modo vigilante, come raccomandato dal Vangelo di oggi è vivere in modo tale da essere preparati che, se anche quel giorno fosse oggi, non ci coglierebbe di sorpresa! Cerchiamo di essere nelle mani del Signore, come "argilla nelle mani del vasaio" (cfr Is 63, 7) e lasciamo che Lui stesso ci prepari per questo grande incontro!

Buona preparazione a voi!

(contributo di Don Emanuele Vezzoli, sdb)

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Ese es el gran mensaje del tiempo de Adviento: la historia humana, desde su inicio hasta su último momento, encuentra sentido sólo en Jesús.

¡Dios entró en la historia de la humanidad! ¡Su llegada dio sentido al mundo! En el Adviento se nos invita a reflexionar sobre ello y celebrar esta llegada de Dios. Por eso, la primera característica de este tiempo es para prepararse para las festividades de la Navidad de Jesús.

Pero no sólo eso. Después de su muerte y su resurrección, Jesús ascendió al cielo y sigue aún en medio de nosotros a través de su Espíritu, hasta el día en que deberá volver de manera definitiva, porque si él vino por primera vez para poder nosotros participar en la vida de Dios, con ocasión de su retorno glorioso, Él elevará
todo a la perfección, hasta que “Dios sea todo en todo” (1 Cor 15, 28). La segunda característica importante del Adviento es prepararnos para ese gran día del encuentro final con el Señor.

Sabemos que si Él no viene, seremos nosotros los que iremos hasta Él, pero no podemos conocer cuándo acontecerá esto. Por lo tanto, tenemos que perseverar “hasta el fin para que seamos irreprensibles en el Día de nuestro Señor Jesucristo” (1 Cor 1,8). Vivir de manera vigilante, como nos recomienda el Evangelio de hoy, es vivir de tal forma preparados que, se el día fuese hoy, ¡no nos tomaría por sorpresa! Pongámonos en manos del Señor, como la “arcilla en manos del alfarero” (cf. Is 63, 7) ¡y dejemos que Él mismo nos prepare para este gran encuentro!

¡Buena preparación!

(traducción del Padre Patricio de la Torre, sdb)

sábado, 22 de novembro de 2008

Festa de Jesus Cristo, Rei do Universo - Ano A - 2008

Evangelho (Mateus 25,31-46)

— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós!
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 31“Quando o Filho do Homem vier em sua glória, acompanhado de todos os anjos, então se assentará em seu trono glorioso. 32Todos os povos da terra serão reunidos diante dele, e ele separará uns dos outros, assim como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. 33E colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. 34Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai! Recebei como herança o Reino que meu Pai vos preparou desde a criação do mundo! 35Pois eu estava com fome e me destes de comer; eu estava com sede e me destes de beber; eu era estrangeiro e me recebestes em casa; 36eu estava nu e me vestistes; eu estava doente e cuidastes de mim; eu estava na prisão e fostes me visitar’. 37Então os justos lhe perguntarão: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Com sede e te demos de beber? 38Quando foi que te vimos como estrangeiro e te recebemos em casa, e sem roupa e te vestimos? 39Quando foi que te vimos doente ou preso e fomos te visitar?’40Então o Rei lhes responderá: ‘Em verdade eu vos digo que todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!’41Depois o Rei dirá aos que estiverem à sua esquerda: ‘Afastai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno, preparado para o diabo e para os seus anjos. 42Pois eu estava com fome e não me destes de comer; eu estava com sede e não me destes de beber; 43eu era estrangeiro e não me recebestes em casa; eu estava nu e não me vestistes; eu estava doente e na prisão e não me fostes visitar’. 44E responderão também eles: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome, ou com sede, como estrangeiro, ou nu, doente ou preso, e não te servimos?’45Então o Rei lhes responderá: ‘Em verdade eu vos digo: todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes!’46Portanto, estes irão para o castigo eterno, enquanto os justos irão para a vida eterna”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


A Festa de Cristo, Rei do Universo, abre a última semana do Tempo Comum que, por sua vez, encerra o Ano Litúrgico de 2008. Na conclusão de mais um período de sua vida litúrgica, a Igreja reflete sobre o Final dos Tempos. Mas que significa essa expressão? É o último momento da história humana que, na verdade, ninguém sabe quando será (cf. At 1,7), mas que coincidirá com o retorno glorioso do Senhor Jesus ao mundo.

Talvez você não tenha, ainda, ouvido falar muito sobre isso, mas essa é uma das mais belas verdades da fé católica: o Senhor Jesus Cristo voltará ao mundo e será reconhecido por todos como Rei do Universo!

Ele reinará sobre todo o Universo porque será constituído o seu Juiz Supremo. Mas como será o Juízo Final se o próprio Jesus, quando veio pela primeira vez, nos ensinou que "Deus enviou seu Filho ao mundo não para julgar o mundo, mas que o mundo seja salvo por Ele" (Jo 3,17)? Bem, o próprio Senhor respondeu a essa pergunta, quando disse: "e o julgamento é este: a luz veio ao mundo e os homens preferiram a escuridão à luz porque as suas obras eram más." (Jo 3,19) Na verdade, isso significa dizer que é pela rejeição de Deus nessa vida que cada um já se julga a si mesmo. No grande dia da Vinda do Senhor, o que acontecerá é que diante da manifestação gloriosa de seu amor, todas as nossas faltas contra o amor serão conhecidas e, ali então, sendo possível separar o bem do mal, cada um assumirá as conseqüências das opções que fez ao longo da vida. Nós seremos julgados pelo Amor. Se Deus é amor (cf. 1 Jo 4,8), em nenhum momento Ele poderá deixar de amar, nem mesmo quando julga, nem mesmo no Juízo Final!

À medida que o amor de Deus vai julgando o mundo, tudo o que lhe é contrário vai sendo vencido e eliminado, "pois é necessário que ele reine até que tenha posto todos os seus inimigos debaixo dos seus pés (...) E quando todas as coisas lhe houverem sido submetidas, então o próprio Filho será submetido Àquele que tudo lhe submeteu para que Deus seja tudo em todos." (1 Cor 15, 26.28). No final, portanto, não restará nada que não seja Amor!

Agora, eu me pergunto: como é que alguém que compreende bem essas coisas, pode ter medo desse Grande Dia?! Não! Não é um dia que deve ser temido, mas esperado e ansiado por todos aqueles que se esforçam para corresponder ao amor de Deus. O que nós somos é um presente do amor de Deus; no que nos transformamos, é o nosso presente de amor a Ele! Continuemos nosso esforço de transformação de vida até o dia que Ele vier receber o nosso presente!

Com toda a Igreja, nós também ansiamos e pedimos, de coração:
"Vinde Senhor, Jesus!" (Ap 20, 20)

Com afeto salesiano,
Pe. Mauricio Miranda.

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La Festa di Cristo, Re dell'Universo, apre l'ultima settimana del Tempo Ordinario, la quale, a sua volta, conclude l'Anno Liturgico 2008. Alla conclusione di un altro periodo della sua vita liturgica, la Chiesa riflette sulla fine dei tempi. Ma che significa questa espressione? È l'ultimo momento della storia umana che, in realtà, nessuno sa quando accadrà (cfr. At 1,7), ma coincidirà con il ritorno glorioso di Gesù nel mondo.

Forse non hai ancora sentito parlare molto di ciò, ma questa è una delle più belle verità della fede cattolica: il Signore Gesù Cristo ritornerà nel mondo e sarà riconosciuto da tutti come il Re dell 'Universo!

Egli regnerà su tutto l'Universo perché sarà costituito il suo Supremo Giudice. Ma come sarà il giudizio Finale se Gesù stesso, quando è venuto la prima volta, ci ha insegnato che "Dio non ha mandato il Figlio nel mondo per giudicare il mondo, ma perché il mondo si salvi per mezzo di Lui" (Gv 3,17)? Bene, Lui stesso ha risposto a questa domanda quando ha detto, "e il giudizio è questo: la luce è venuta nel mondo, ma gli uomini hanno preferito le tenebre alla luce perché le loro opere erano malvagie". (Gv 3,19) In realtà, questo significa che è dal rifiuto di Dio in questa vita che ognuno già giudica se stesso. Capite che, nel grande giorno della venuta del Signore, davanti alla manifestazione gloriosa del suo amore, tutti i nostri peccati contro l'amore saranno conosciuti, e allora, essendo possibile conoscere il bene e il male, ognuno di noi si assumerà le conseguenze delle scelte fatte durante la vita. Saremo giudicati dall'amore. Infatti se Dio è amore (cfr 1 Gv 4,8), egli non può smettere di amarci in nessuno momento, anche quando giudica, neppure nel Giudizio Finale!

Come l'amore di Dio giudicherà il mondo, tutto ciò che è contrario sarà sconfitto ed eliminato "bisogna infatti che egli regni finché abbia posto tutti i nemici sotto i suoi piedi (...) Quando tutto gli sarà stato sottomesso, anche lui, il Figlio sarà sottomesso a Colui che gli ha sottomesso ogni cosa, perché Dio sia tutto in tutti ". (1 Cor 15, 26.28). Alla fine, quindi, non rimarrà nulla se non l'amore!

Ora, mi chiedo: come può qualcuno che capisce bene queste cose, aver paura di questo Grande Giorno?! No! Non è un giorno che dovrebbe essere temuto, ma dovrebbe essere aspettato e desiderato da tutti coloro che si sono impegnati a corrispondere all'amore di Dio. Quello che noi siamo è un dono dell'amore di Dio, quello in cui ci trasformano, è il nostro dono di amore per Lui! Continuiamo il nostro sforzo per trasformare la nostra vita fino al giorno della venuta del Signore quando egli verrà per ricevere il nostro regalo!

Con tutta la Chiesa, anche noi desideriamo e chiediamo con il cuore:
"Vieni, Signore Gesù!" (Ap 20, 20)

(contributo di Don Emanuele Vezzoli, sdb)

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La Fiesta de Cristo Rey del Universo, abre la última semana del tiempo ordinario, que, a su vez, cierra la liturgia del Año 2008. En la conclusión de un período más de su vida litúrgica, la Iglesia reflexiona sobre el Final de los Tiempos. Pero ¿qué significa esa expresión? Es el último momento de la historia de la humanidad que, en realidad, nadie sabe cuándo será (Cf. Hechos 1,7), pero que coincidirá con el glorioso retorno de Jesús al mundo.

Tal vez uno no ha tenido oportunidad de haber oído mucho sobre ello, pero esta es una de las más hermosas verdades de la fe católica: ¡el Señor Jesucristo regresará al mundo y será reconocido por todos como Rey del Universo!

Él reinará sobre todo el Universo porque será constituído Juez Supremo. Pero, ¿cómo será el Juicio Final si es Jesús mismo, cuando llegó por primera vez, quien nos enseñó que "Dios envió a su Hijo al mundo no para juzgar al mundo, sino para que el mundo se salve por él"? (Jn 3,17) Bueno, el mismo Señor respondió a esa pregunta cuando dijo, "y el juicio es este: la luz vino al mundo y los hombres prefirieron las tinieblas a la luz porque sus obras eran malas" Jn 3,19). En verdad, esto significa que es por el rechazo de Dios en esta vida que cada uno ya se juzga a sí mismo. En el gran día de la venida del Señor, lo que acontecerá es que frente a la gloriosa manifestación de su amor, todos nuestros pecados contra el amor serán conocidos, y entonces, siendo posible separar el bien y el mal, cada uno asumirá las consecuencias de las opciones que hizo durante toda su vida. Se nos juzgará por el amor. Si Dios es amor (cf. 1 Jn 4,8), en ningún momento puede dejar de amar, incluso cuando juzga, ¡ni siquiera en el Juicio Final!

Ya que el amor de Dios juzgará el mundo, todo lo que es contrario será derrotado y eliminado, "Porque debe él reinar hasta que ponga a todos sus enemigos bajo sus pies. (...) Y cuando hayan sido sometidas a él todas las cosas, entonces también el Hijo se someterá a Aquel que ha sometido a él todas las cosas, para que Dios sea todo en todo" 1 Cor 15, 26,28). Al final, por lo tanto, no restará nada que no sea amor!

Ahora, yo me pregunto: ¡¿cómo es que alguien que entiende estas cosas así, pueda tener miedo de aquel Gran Día?! ¡No! No es un día que debe ser temido, sino esperado y ansiado para todos aquellos que se esfuerzan por corresponder al amor de Dios. Lo que somos es un regalo del amor de Dios; como transformarnos, ¡es nuestro regalo de amor a Él! Continuemos nuestro esfuerzo para transformación de vida hasta el día en que Él recibirá nuestro regalo!

Con toda la Iglesia, nosotros también ansiamos y pedimos de corazón:
"Ven Señor Jesús!" (Ap 20, 20).

(traducción del Padre Patricio de la Torre, sdb)

sábado, 15 de novembro de 2008

33º Domingo do Tempo Comum - Ano A - 2008

Evangelho (Mateus 25, 14-30)

— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós!
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos: 14 Será também como um homem que, tendo de viajar, reuniu seus servos e lhes confiou seus bens. 15 A um deu cinco talentos; a outro, dois; e a outro, um, segundo a capacidade de cada um. Depois partiu. 16 Logo em seguida, o que recebeu cinco talentos negociou com eles; fê-los produzir, e ganhou outros cinco. 17 Do mesmo modo, o que recebeu dois, ganhou outros dois. 18 Mas, o que recebeu apenas um, foi cavar a terra e escondeu o dinheiro de seu senhor. 19 Muito tempo depois, o senhor daqueles servos voltou e pediu-lhes contas. 20 O que recebeu cinco talentos, aproximou-se e apresentou outros cinco: - Senhor, disse-lhe, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei. 21 Disse-lhe seu senhor: - Muito bem, servo bom e fiel; já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu senhor. 22 O que recebeu dois talentos, adiantou-se também e disse: - Senhor, confiaste-me dois talentos; eis aqui os dois outros que lucrei. 23 Disse-lhe seu senhor: - Muito bem, servo bom e fiel; já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu senhor. 24 Veio, por fim, o que recebeu só um talento: - Senhor, disse-lhe, sabia que és um homem duro, que colhes onde não semeaste e recolhes onde não espalhaste. 25 Por isso, tive medo e fui esconder teu talento na terra. Eis aqui, toma o que te pertence. 26 Respondeu-lhe seu senhor: - Servo mau e preguiçoso! Sabias que colho onde não semeei e que recolho onde não espalhei. 27 Devias, pois, levar meu dinheiro ao banco e, à minha volta, eu receberia com os juros o que é meu. 28 Tirai-lhe este talento e dai-o ao que tem dez. 29 Dar-se-á ao que tem e terá em abundância. Mas ao que não tem, tirar-se-á mesmo aquilo que julga ter. 30 E a esse servo inútil, jogai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


Com a celebração do 33º Domingo do Tempo Comum, a Igreja se prepara para concluir o Ano Litúrgico de 2008, no domingo que vem, com a Festa do Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. Por meio do ano litúrgico, a Igreja celebra todo o Mistério de Cristo, desde o momento da Encarnação até a sua Vinda Gloriosa. Estamos nos preparando, portanto, para o final de mais um tempo na Igreja. Por isso, as leituras da Missa desse Domingo nos recordam das coisas que acontecerão no final dos tempos.

No trecho do Evangelho desse Domingo, que antecede o relato do Julgamento Final, o Senhor nos conta a parábola dos talentos. Ela procura abordar o sentido da missão da Igreja sobre a terra. Eis a chave de leitura para toda essa parábola: ela não deseja nos incutir medo, mas esclarecer o sentido de nossa vida e da missão que realizamos! É na descoberta do sentido para o qual vivemos e existimos que está a nossa verdadeira felicidade!

O Senhor envia seus discípulos pelo mundo com a missão de torná-lo conhecido e amado por todos os cantos da terra (cf. Mt 28, 16-20). A missão expressa no final do Evangelho de Mateus é de todos nós; é minha, é tua! Todos somos, por vocação, chamados a levar a Boa Notícia do Senhor a toda a criatura. O próprio Senhor nos cumula com dons especiais para a realização dessa missão. No Evangelho de hoje, vemos que embora o Senhor faça diferenciações na distribuição de tais dons, é certo que a cada um ele dá uma boa e significativa quantia (cada talento - nome da moeda local à epoca da parábola - equivalia a cerca de 2kg de ouro!).

A fidelidade exigida pelo Senhor consiste em fazer frutificar os dons recebidos para a missão, na medida do seu valor. Isso alegra nosso coração, já que nos faz compreender que o Senhor não nos exige nada que esteja acima de nossas próprias capacidades. Daí podemos reconhecer que, cada um a seu modo, é capaz de evangelizar, pois fomos preparados para isso! É nesse sentido que, por exemplo, entendemos a célebre afirmação de Paulo Apóstolo: "Pois para mim anunciar o Evangelho não é motivo de orgulho, é antes uma necessidade. Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho!" (1 Cor 9, 16)

E como entender que, no final dos tempos, quando o Senhor voltar, "dar-se-á ao que tem e terá em abundância, mas ao que não tem, tirar-se-á mesmo aquilo que julga ter." (Mt 25,29)? Significa dizer que para aquele que possui, na fé em Jesus, o conhecimento do Reino de Deus, a esse será concedido um amor ainda mais completo. Ao contrário, àquele que não se esforçou por aprofundar o amor pelo seu Senhor, podemos dizer que continuará, por opção própria, sem conhecê-lo...

Você pode se perguntar: "mas como posso evangelizar?" Bem, o próprio Senhor, no dia-a-dia, nos dá tantas oportunidades de testemunhá-lo. Não é preciso fazer grandes coisas. Fique atento às pequenas ocasiões do cotidiano que são muitas... Vamos aprendendo a nos exercitar no pouco; é assim que o Senhor nos confiará o muito!

Vamos começar?

Com afeto salesiano
Pe. Mauricio Miranda.

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Con la celebrazione della 33a Domenica del Tempo Ordinario, la Chiesa si prepara a concludere l'Anno Liturgico 2008, che avverrà la prossima domenica con la Festa di Cristo Re. Attraverso l'anno liturgico, la Chiesa celebra l'intero mistero di Cristo, dal momento della sua incarnazione fino alla sua venuta gloriosa. Siamo pronti per concludere altro tempo della Chiesa. Pertanto, le letture della Messa di questa Domenica ci ricordano alcune delle cose che succederanno al fine dei tempi.

Nel brano del Vangelo, situato prima del racconto del Giudizio Finale, il Signore ci parla della parabola dei talenti. La chiave di lettura di tutta questa parabola è quella del senso della missione della chiesa sulla terra. Non si vuole con essa instillare paura, ma chiarire il senso della nostra vita e della nostra missione! La vera felicità consiste nella scoperta del senso per cui noi viviamo ed esistiamo!

Il Signore invia i suoi discepoli in tutto il mondo con la missione di renderlo conosciuto ed amato in tutti gli angoli della terra (cfr Mt 28, 16-20). La missione espressa alla fine del Vangelo di Matteo è per tutti noi; è mia, è vostra! Siamo tutti, per vocazione, chiamati a portare la Buona Novella del Signore a tutte le creature. Lo stesso Signore elargisce doni speciali per la realizzazione di questa missione. Nel Vangelo di oggi, vediamo che se anche ci sono differenze nella distribuzione di tali doni, è però vero che il Signore da a ciascuno una importante e significativa somma (ogni talento - il nome della moneta locale al momento della parabola - equivale circa 2 kg di d'oro!).

La fedeltà richiesta dal Signore è quella di far fruttare questi doni, secondo il loro valore. Ciò é una letizia per i nostri cuori, perché questo ci fa comprendere che quello che il Signore ci chiede non è al di là delle nostre capacità. Si può riconoscere che, ciascuno a suo modo, è in grado di evangelizzare, perché siamo stati preparati per questo! Questo è il motivo per cui, ad esempio, possiamo capire la famosa dichiarazione di Paolo: "Non è infatti per me un vanto predicare il Vangelo, è un dovere per me. Guai a me, se non predicasse il Vangelo!" (1 Cor 9, 16)

E come capire che alla fine dei tempi, quando il Signore ritornerà, "a chiunque ha, verrà dato e sarà nell'abbondanza; ma a chi non ha, verrà tolto anche quello che ha" (Mt 25,29)? Questo significa che per coloro che hanno fede in Gesù e la conoscenza del Regno di Dio, l'amore che sarà concesso loro sarà ancora più completo. Al contrario, chi non ha fatto alcuno sforzo per approfondire l'amore verso il Signore, possiamo dire che rimarrà, per propria scelta, senza conoscerlo...

Ci si può chiedere: "Ma come faccio ad evangelizzare?" Ebbene, il Signore stesso, ogni giorno, ci offre molte opportunità per testimoniarlo. Non c'è bisogno di fare grandi cose. Rimanete sintonizzati per le piccole occasioni della vita quotidiana che sono molte ... Cerchiamo di imparare ad esercitarci nel poco. È così che Dio ci affidarà il molto!

(contributo di Don Emanuele Vezzoli, sdb)

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Con la celebración del Domingo 33 del Tiempo Ordinario, la Iglesia se está preparando para completar la liturgia del Año 2008, el domingo que viene, con la Fiesta del Señor Jesucristo, Rey del Universo. A través del año litúrgico, la Iglesia celebra todo el misterio de Cristo, desde el momento de la Encarnación hasta su gloriosa venida. Nos estamos preparando, por tanto, para el final de un tiempo más para la Iglesia. Por lo tanto, las lecturas de la Misa de este domingo nos recuerdan cosas que sucederán al final de los tiempos.

En este extracto del Evangelio de este domingo, que antecede al relato del juicio final, el Señor nos relata la parábola de los talentos. Ella tiende a abordar el sentido de la misión de la Iglesia en la tierra. Esta es la clave de lectura para toda la parábola: ella no quiere infundir miedo, sino esclarecer el significado de nuestra vida y de la misión que realizamos! Es el descubrimiento del significado para el cual vivimos y existimos, y que es nuestra verdadera felicidad!

Él envía a sus discípulos por todo el mundo, cuya misión es hacerlo conocer y amar por todos los rincones de la tierra (cf. Mt 28, 16-20). La misión expresada al final del Evangelio de Mateo es de todos nosotros; es mío, es tuyo! Todos estamos, por vocación, llamados a llevar la Buena Noticia del Señor a toda criatura. El mismo Señor nos colma con regalos especiales para la realización de esta misión. En el Evangelio de hoy, vemos que, aunque hace diferencias en la distribución de esos regalos, es cierto que a cada uno le da una buena y gran cantidad (¡cada talento - el nombre de la moneda local en el momento de la parábola – es equivalente a unos 2 kg de de oro!).

La fidelidad exigida por el Señor consiste en hacer fructificar los dones recibidos para la misión, en la medida de su valor. Esto alegra nuestros corazones, porque esto nos hace dar cuenta de que lo que el Señor nos pide no es nada más que nuestras propias capacidades. Se puede reconocer que, cada uno a su manera, es capaz de evangelizar, ¡porque se prepararon para ella! Es en este sentido por ello que, por ejemplo, entendemos la famosa declaración del Apóstol Pablo: "Pues para mí, anunciar el Evangelio no es alarde, es una necesidad. ¡Ay de mí si no anuncio el Evangelio!" (1 Cor 9, 16)

Y ¿cómo entender que al final de los tiempos, cuando vuelva el Señor, "le dará al que tiene y tendrá en abundancia, mas al que no tiene, se le quitará aún lo que cree tener" Mt 25,29)? Significa que para aquel que posee, en la fe en Jesús, el conocimiento del Reino de Dios, a ese se concederá un amor que será aún más completo y pleno. Por el contrario, los que no hicieron ningún esfuerzo para profundizar en el amor de su Señor, podemos decir que seguirá, por elección propia, sin conocerlo...

Usted se puede preguntar: "Pero, ¿cómo puedo evangelizar?" Bueno, el Señor mismo, día a día, nos da muchas oportunidades para testimoniarlo. No hay necesidad de hacer grandes cosas. Estémos atentos a las pequeñas ocasiones de la vida cotidiana que son muchas... Vayamos aprendiendo a exercitarnos en lo poco; es así como el Señor nos confiará mucho!

(traducción del Padre Patricio de la Torre, sdb)